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	<title>torradeira.net &#187; Samba</title>
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	<description>Milhares de dicas e tutoriais de informatica!</description>
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		<title>Faça exames e simulados aqui no Blog</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 00:12:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem, inspirado por outros sites que contém simulados e exames decide fazer um nova área no blog destinada a exames e simulados, alguns úteis e outros nem tanto.. como este primeiro que fiz para testar a funcionalidade do plugin e aceitação da idéia no blog. Para acessar o primeiro exame clique aqui Na próxima semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, inspirado por outros sites que contém simulados e exames decide fazer um nova área no blog destinada a exames e simulados, alguns úteis e outros nem tanto.. como este primeiro que fiz para testar a funcionalidade do plugin e aceitação da idéia no blog.</p>
<p>Para acessar o primeiro exame clique <a href="http://torradeira.net/exame-de-conhecimento-tecnico-sobre-o-wordpress/">aqui</a></p>
<p>Na próxima semana provavelmente segunda vou colocar já a disposição um simulado para quem deseja fazer a prova LPI 101, o exame será feito por um profissional da área que já fez a prova e passou se certificando na LPI 101.</p>
<p>Aos poucos e conforme pedidos vou colocando novos exames e simulados!</p>
<p>até</p>
<p>Daniel</p>
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		<title>Samba passo a passo</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 00:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Samba]]></category>

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		<description><![CDATA[O caminho para substituir servidores de rede por Linux Sandro Henrique Um dos softwares mais interessantes do mundo Linux é o Samba, pacote desenvolvido por Andrew Tridgell. Ele é composto por ferramentas que utilizam os protocolos de rede Netbios e SMB (Server Message Block), este nativo do Windows 95/98/NT, e que permitem que uma máquina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>O caminho para substituir servidores de rede por Linux</strong></p>
<p align="justify"><strong><em>Sandro Henrique</em></strong></p>
<p align="justify">Um dos softwares mais interessantes do mundo  Linux é o Samba, pacote desenvolvido por Andrew Tridgell. Ele é  composto por ferramentas que utilizam os protocolos de rede Netbios  e SMB (Server Message Block), este nativo do Windows 95/98/NT, e que  permitem que uma máquina Linux atue como servidor ou estação de  trabalho em redes mistas.</p>
<p align="justify"><span id="more-30"></span></p>
<p align="justify">Ele vem substituindo vários servidores Windows,  OS2, Netware e Unix, pois, além de ser muito estável e poderoso, exige  pouco em termos de hardware. Há também a vantagem de ser licenciado  pela GPL, de livre distribuição, sem limite de usuários ou custos por  licença. Tecnicamente também há ganhos em performance e segurança de  dados.</p>
<p align="justify">O Samba é um trunfo indiscutível para o administrador  de redes, pois permite introduzir clientes Linux, tornando a rede heterogênea,  para depois substituir o servidor, até por fim atingir a completa conversão  de toda a rede. Este tem sido o histórico de muitas empresas que abandonam  seus sistemas antigos sem traumas e que se tornam entusiastas do Linux.</p>
<p align="justify">Contam muito na avaliação dos especialistas a estabilidade,  uma farta disponibilidade de softwares, a robustez e superior performance da  solução, além, é claro, da radical economia de recursos humanos, técnicos e  financeiros. Ter o Linux como servidor de estações Windows é uma experiência  bastante tranqüila, compartilhando arquivos e impressão nas estações, além de  Intranet e correio eletrônico simultaneamente.</p>
<p align="justify">Um servidor SMB compartilha diretórios, subdiretórios e  dispositivos atribuindo para estes recursos um &#8220;nome de compartilhamento&#8221;,  previamente definido para toda a rede e que pode ser protegido com o uso de  senhas. O nome deste recurso compartilhado pode ser criado a qualquer momento,  para sistemas de arquivos e impressoras, e será acessível para as estações  através do seu nome público. A proteção através de senhas pode se dar por nome  de usuário ou de recursos, no qual um dos dois possuirá uma validação de senha  para acesso. A diferença entre os dois métodos é definida no próprio servidor,  não podendo coexistirem para um mesmo recurso compartilhado através da rede.  Exceto para o DOS e Windows 3.1, todos os outros sistemas para PCs suportam o  protocolo SMB para exportar e importar arquivos.</p>
<p align="justify">Para configurar o Samba em máquina Linux atuando como servidor  ou cliente para uma rede Windows, deve-se antes verificar se o Samba já está  instalado, e isto pode ser feito digitando na linha de comando:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>rpm -q samba</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Se estiver, haverá uma resposta com o nome do pacote e sua  versão. Caso contrário você pode instalá-lo a partir do CD que acompanha a  Revista do Linux, com estes três passos:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre># mount /dev/cdrom
# cd /mnt/cdrom/conectiva/RPMS/
# rpm -ivh samba-2.0.4b-10cl.i386.rpm</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">O servidor Linux poderá atribuir perfis diferenciados  (roaming profiles) a determinados usuários SMB, criar hierarquias de acesso  restrito, adotar áreas de trabalho personalizadas ou padrão segundo o acesso.  Isso de maneira invisível para seus clientes, e com eficiência, como têm  comprovado os testes de várias revistas especializadas.</p>
<p align="justify">Normalmente encontraremos os aplicativos do Samba em &#8220;/usr/bin&#8221;  e, em geral, são inicializados automaticamente com o boot do Linux.</p>
<p align="justify">Para inicializar os servidores automaticamente com o boot,  acione o programa &#8220;ntsysv&#8221; e torne a opção smb ativa.</p>
<p align="justify">Para configurar o servidor é preciso editar o arquivo de  configuração do Samba, que estará em /etc/smb.conf. O exemplo a seguir é bastante  simples, mas servirá para atender à configuração básica da maioria das instalações.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>; /etc/smb.conf
;
[global]
# Nome do grupo do ambiente Windows
workgroup = LINUX
log file = /var/log/samba-log.%m
lock directory = /var/lock/samba
share modes = yes
# Samba necessita de um usuário com
# permissões limitadas
guest account = visitante
# Máquinas Windows tendem a travar de
# tempos em tempos. Este parâmetro é
# utilizado para verificar o estado da
# conexão.
keep alive = 20
# Serviços de navegação via recursos
# compartilhados
0s level = 2
# Vide seção permissões
security = user
# Sistema de impressão
printing = bsd
# Para carga automática das impressoras
printcap name = /etc/printcap
load printers = yes
[homes]
comment = Diretórios Pessoais
# Evita que os diretórios pessoais sejam
# vistos por outros usuários
browsable = no
# Samba proíbe, por padrão, a gravação
# em recursos exportados.
# O parâmetro a seguir permite que
# os usuários possam gravar em
# seus diretórios pessoais.
read only = no
# Permissões utilizadas na criação de
# um novo programa
create mode = 750
[printers]
# Comentários
comment = Impressoras Linux
browseable = no
printable = yes
public = no
read only = yes
create mode = 0700
directory = /var/spool/samba
[tmp]
comment = Arquivos Temporários
path = /tmp
read only = no
public = yes</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">O arquivo smb. conf é constituído por seções e parâmetros.  Seções são iniciadas por nome entre colchetes, como por exemplo <em>[global]</em>,  <em>[homes]</em>, <em>[printers]</em>, <em>[temp]</em>, etc. Parâmetros estão inseridos  em seções e são definidos no formato &#8220;<em>nome=valor</em>&#8220;.</p>
<p align="justify">Cada seção do arquivo de configuração descreve um compartilhamento  específico, exceto a seção <em>[global]</em>, aplicada a todos os compartilhamentos  do servidor. O nome da seção é igual ao nome do recurso compartilhado. Há três  seções com nomes especiais: <em>[global]</em>, <em>[homes]</em> e <em>[printers]</em>.  As permissões de acesso ao servidor são definidas de acordo com padrões Unix.</p>
<p align="justify">Na seção <em>[global]</em> estabelecemos os parâmetros que se  aplicam ao servidor como um todo ou como padrões para que todas as seções não  necessitem especificá-los novamente.</p>
<p align="justify">Na seção <em>[homes]</em>, define-se que os serviços de conexão  de clientes com os seus diretórios pessoais serão disponibilizados automaticamente.</p>
<p align="justify">Na seção <em>[printers]</em> permite-se que os clientes (Linux,  Windows, DOS) utilizem uma impressora conectada à máquina local, configurada através  do utilitário printcap.</p>
<p align="justify">Uma típica seção de impressora terá o seguinte aspecto:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>[printers]
path = /usr/spool/public
writeable = no
guest ok = yes
printable = yes</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Parâmetros: definem os atributos das seções em que se  encontram, sendo alguns deles específicos e usados somente em determinadas  seções.</p>
<p align="justify">Variáveis: valores definidos para um parâmetro podem ser  substituídos por  valor definitivo no momento do acesso ao recurso compartilhado.</p>
<p align="justify">Por exemplo a opção <em>&#8220;path = /tmp/%u&#8221;</em> pode ser  interpretada como <em>&#8220;path = /tmp/josie&#8221;</em> caso se tenha acessado o sistema  com o nome de usuário igual a josie. Entre diversas variáveis, as mais  significativas são:</p>
<table width="95%" cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td><em>%S</em></td>
<td>Nome do serviço (compartilhamento) atual.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%u</em></td>
<td>Nome do usuário.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%g</em></td>
<td>Nome do grupo.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%H</em></td>
<td>Nome do diretório pessoal do usuário.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%m</em></td>
<td>Nome da máquina cliente fornecido pelo NetBIOS.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%L</em></td>
<td>Nome do servidor NetBIOS, permite que a configuração seja alterada com base no cliente que está acessando o sistema.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%M</em></td>
<td>Nome Internet da máquina cliente.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%a</em></td>
<td>Sistema operacional da máquina remota, reconhecidos os valores: WfW, WinNT e Win95.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%I</em></td>
<td>O endereço IP da máquina cliente.</td>
</tr>
<tr>
<td><em>%T</em></td>
<td>Data e horário.</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Apresentamos a seguir os principais parâmetros utilizados  no arquivo smb.conf. A lista completa pode ser obtida através do comando</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>$ man smb.conf</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Os parâmetros seguidos de (S) podem ser utilizados em  qualquer seção que defina um compartilhamento. Os seguidos por (G) podem  ser utilizados somente na seção <em>[global]</em>.</p>
<p align="justify"><strong>admin users (S)</strong><br />
Permite definir os usuários que terão privilégios de administração do  compartilhamento, ou seja, terão poderes de superusuário. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>admin users = josue, buda, moises</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>announce as (G)</strong><br />
Especifica o tipo de servidor nmbd (Servidor de Nomes NetBIOS) que será  divulgado na rede. O padrão é igual a Windows NT. As opções válidas são  &#8220;NT&#8221;, &#8220;NT Server&#8221;, &#8220;NT Workstation&#8221;, &#8220;Win95&#8243; ou &#8220;WfW&#8221; . Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>announce as = NT Server</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>browseable (S)</strong><br />
Controla se o compartilhamento será visualizado na lista de recursos disponíveis. O padrão é</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>browseable = Yes</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>comment (S)</strong><br />
Contém o texto que será visualizado pelo usuário quando solicita uma lista  de recursos disponíveis na rede. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>comment = Diretório Pessoal no Servidor Linux</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>copy (S)</strong><br />
Permite que a seção atual seja uma cópia de qualquer seção anterior. Caso haja  necessidade de alterar um parâmetro, basta informá-lo na seção atual. Útil para  criar modelos que podem ser replicados e rapidamente alterados para todos os  recursos compartilhados. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>copy = home</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>create mode (S)</strong><br />
Define as permissões que serão utilizadas na criação de arquivos no recurso compartilhado. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>create mode = 0775</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>guest account (S)</strong><br />
Define o nome do usuário usado para acessar os compartilhamentos definidos  com o parâmetro  guest ok&#8217;. Normalmente este usuário estará definido no Linux,  porém não terá uma forma válida de acesso ao sistema. Usualmente a conta &#8220;ftp&#8221;  é uma boa escolha. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>guest account = ftp</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>guest ok (S)</strong><br />
Caso este parâmetro seja definido como  yes&#8217; para um serviço, nenhuma senha  será solicitada ao usuário. Os privilégios serão iguais aos determinados para a  conta &#8220;guess account&#8221; definida no parâmetro anterior. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>guest ok = yes</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>hosts allow (S)</strong><br />
Define o conjunto de máquinas que podem acessar um determinado compartilhamento.  Pode-se utilizar o nome ou o endereço IP da máquina. É possível, por exemplo,  restringir o acesso a somente uma sub-rede de classe C, como em <em>&#8220;allow hosts = 150.203.5.&#8221;</em>.<br />
Pode-se ainda usar o subparâmetro &#8220;EXCEPT&#8221; para excluir(em)-se alguma(s) máquina(s), como por exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>hosts allow = 150.203. EXCEPT 150.203.6.66
allow hosts = 150.203.5. máquina.domínio.com.br</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>hosts deny (S)</strong><br />
O oposto do parâmetro anterior, já que aqui podem ser listadas todas as máquinas  que não devem ter acesso aos serviços. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>hosts deny = 150.203.5. minha_máquina.domínio.com.br</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>load printers (G)</strong><br />
Determina que as impressoras definidas no printcap serão disponibilizadas na lista padrão de recursos. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>load printers = yes</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>max connections (S)</strong><br />
Permite configurar o número máximo de conexões simultâneas a um determinado serviço. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>max connections = 10</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>max disk size (G)</strong><br />
Permite definir um limite aparente da área em disco que pode ser utilizada pelo  compartilhamento. A unidade-padrão é igual a Mb (megabytes). Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>max disk size = 250</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>path (S)</strong><br />
Especifica o diretório ao qual o usuário do serviço terá acesso. No caso de impressoras,  será o diretório de arquivos temporários de impressão. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>path = /home/josie</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>printer (S)</strong><br />
Define o nome da impressora para a qual os serviços de impressão serão enviados. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>printer name = laserwriter</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>security (G)</strong><br />
Define a autenticação de um cliente junto ao servidor Samba. São possíveis as seguintes opções:</p>
<p align="justify"><em>&#8220;security=share&#8221;</em>: senhas de acesso são solicitadas  por recurso compartilhado e não por usuário, ou seja, cada diretório ou  impressora poderá ter uma senha única conhecida por todos os usuários autorizados.</p>
<p align="justify"><em>&#8220;security=user&#8221;</em>: para acesso a determinado recurso, o  usuário deverá apresentar uma identificação individual e uma senha válida.</p>
<p align="justify"><em>&#8220;security=server&#8221;</em>: neste caso o Samba tentará validar  o usuário e a senha enviando os dados para um servidor SMB, como por exemplo um  servidor Windows NT.</p>
<p align="justify"><em>&#8220;security=domain&#8221;</em>: caso a máquina local tenha sido  adicionada a um Domínio Windows NT através do comando smbpasswd, será possível  utilizar esta opção. As informações de usuário e senha serão enviadas para um  servidor Windows NT Primário da mesma forma que uma máquina NT o faria. É necessário  que a conta exista tanto no Linux quanto no servidor primário. O padrão assumido  pelo Samba é <em>&#8220;security = USER&#8221;</em>. Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>security = DOMAIN</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>workgroup (G)</strong><br />
Define em qual grupo de trabalho o servidor estará presente, quando pesquisado  pelos clientes. Este parâmetro também define o nome do domínio usado em <em>&#8220;security=domain&#8221;</em>.  Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>workgroup = Linux0</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>writeable (S)</strong><br />
Caso este parâmetro seja definido como <em>&#8220;no&#8221;</em>, não será permitida a criação  ou modificação de arquivos no diretório compartilhado. O parâmetro <em>&#8220;printable  = yes&#8221;</em> sempre permitirá a gravação através de operações de geração de arquivos  temporários de impressão. Exemplos:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>read only = no

writeable = yes

write ok = yes</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Todos produzirão o mesmo efeito! Clientes são as máquinas  que necessitam acessar os recursos disponíveis no servidor Samba instalado no  Linux, as quais podem conter diversos sistemas operacionais, tais como DOS,  Windows 3.X, Windows 9X, Windows NT,&#8230; DOS e Windows 3.1. O programa necessário  para que máquinas DOS atuem como um cliente Samba pode ser obtido em  <a target="_blank" href="ftp://ftp.microsoft.com/bussys/Clients/MSCLIENT">ftp://ftp.microsoft.com/bussys/Clients/MSCLIENT</a>, e é composto por dois disquetes.</p>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Windows For Workgroups</font></p>
<p align="justify">Esta versão já traz o suporte a SMB, porém o protocolo  TCP/IP deverá ser instalado. Ele pode ser obtido em <a target="_blank" href="ftp://ftp.microsoft.com/bussys/clients/WFW/TCP32B.EXE">ftp://ftp.microsoft.com/bussys/clients/WFW/TCP32B.EXE</a>. É um  arquivo com um formato de extração automática.</p>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Windows 9X</font></p>
<p align="justify">Estas versões já trazem o suporte a TCP/IP. Para configurá-lo  deve-se utilizar o Painel de Controle.</p>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Ferramentas de Configuração do Samba</font></p>
<p align="justify">Cabe ressaltar que praticamente toda a atividade de  configuração pode ser executada a partir da interface gráfica, sem a necessidade  de edição direta de arquivos. Na verdade existe mais de meia dezena de opções  possíveis para esta atividade.</p>
<p align="justify">As opções mais utilizadas:</p>
<p align="justify"><strong>SWAT &#8211; Ferramenta Web de Administração do Samba</strong><br />
Permite a administração do Samba a partir de um navegador Internet. Para ver  como este utilitário pode funcionar, o leitor pode acessar <a target="_blank" href="http://anu.samba.org/cgi-bin/swat/">http://anu.samba.org/cgi-bin/swat/</a>. Ele é disponibilizado em conjunto com o  Samba. Após instalá-lo através do rpm, kpackage ou gnorpm, observe os seguintes  passos:</p>
<p align="justify">Edite o arquivo /etc/services, adicionando-se a seguinte linha:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>swat 901/tcp</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">A escolha do número da porta não é importante, porém não deve  ser menor que 1.024 e não pode estar em uso no momento.</p>
<p align="justify">Edite o arquivo /etc/inetd.conf e adicione a seguinte linha:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>swat stream tcp nowait.400 root
/usr/local/samba/bin/swat swat</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">a seguir pare e reinicie o inetd para que as mudanças tenham efeito. Para acessar o swat, acione o navegador de sua preferência e digite na linha da URL</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>http://localhost:901/.</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>LinuxConf &#8211; Ferramenta de Configuração Linux</strong><br />
Para ter acesso à configuração do Samba via Linuxconf, acione o programa e  selecione Ambiente de Rede -> Tarefas de Servidor -> Samba. Os parâmetros a serem  informados têm o mesmo formato do descrito na seção de configuração do arquivo  smb.conf.</p>
<p align="justify">O Linuxconf pode ser obtido no seguinte endereço:</p>
<p align="justify"><a target="_blank" href="ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/4.0/i386/conectiva/RPMS/">ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/4.0/i386/conectiva/RPMS/</a></p>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Linux como cliente em rede Windows</font></p>
<p align="justify">Assim como nas funções de servidor, o Samba disponibiliza outros  softwares que permitem a sua utilização do Linux como cliente.</p>
<p align="justify">Um destes softwares é o <strong>smbclient</strong>, que disponibiliza uma  interface similar ao FTP em linha de comando. Ele pode ser utsado para receber e  enviar arquivos para máquina Windows, listar diretórios, navegar, renomear e apagar  arquivos e serviços similares ao FTP em máquina Windows.</p>
<p align="justify">Para verificar quais compartilhamentos estão disponíveis pode-se executar o comando:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>$ /usr/sbin/smbclient -L servidor</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">onde &#8220;servidor&#8221; é o nome da máquina que se deseja visualizar.  Isso retornará uma lista de nomes de serviços, ou seja, nomes de dispositivos ou  impressoras que podem ser compartilhadas com o usuário que executou o comando.  A menos que o servidor SMB não tenha itens de segurança configurados, será solicitada  uma senha antes do fornecimento das informações.</p>
<p align="justify">Exemplo:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>$ smbclient -L windows01</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">A saída deste comando deve ser similar a:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>Domain=[MYGROUP] OS=[Unix] Server=[Samba 2.05a]
Sharename       Type    Comment
wd              disk    Temporary file space
IPC$            IPC     IPC Service (Samba Server)
Ip              Printer
Ip0             Printer
Ip1             Printer
Ip2             Printer

Server          Comment
Workgroup       Master
CONECTIVA       PERNINHA
MYGROUP ANIMANIACS</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Esta máquina tem uma lista similar a:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>Server          Comment
LINUX4          Samba 1.9.15p8
LINUX3          Samba 1.9.15p8
LINUX9          Samba 1.9.15p8
LINUX7          Samba 1.9.15p8
WINDOWS01</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">A lista acima mostra ainda outros servidores SMB com recursos compartilhados na rede local.</p>
<p align="justify">Para execução do programa deve-se informar o seguinte, na linha de comando:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>$ smbclient serviço</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">onde &#8220;serviço&#8221; é uma máquina e o nome de compartilhamento.  Por exemplo, para acessar o diretório compartilhado como &#8220;público&#8221; em máquina  denominada &#8220;porto&#8221;, os serviços devem ser referenciados como <em>portopublico</em>.  De qualquer forma, por restrições do ambiente de trabalho, serão necessárias  contrabarras, o que criará um comando similar a:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>$ smbclient portopublico</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">onde &#8220;senha&#8221; é literalmente a cadeia de caracteres que contém a senha do usuário.</p>
<p align="justify">A seguir obter-se-á o indicador de linha de comando do smbclient:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>Server time is Sat Aug 10 15:58:44 1999
Timezone is UTC+10.0
Domain=[LINUX] OS=[Windows NT 4.0]
Server=[NT LAN Manager 4.0]
smb: ></pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Digite &#8220;h&#8221; para obter ajuda ao usar o smbclient:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>smb: > h
ls              dir             lcd     cd              pwd
get             mget            put     mput            rename
more            mask            del     rm              mkdir
md              rmdir           rd      prompt          recurse
translate       lowercase       print   printmode       queue
cancel          stat            quit    q               exit
newer           archive         tar     blocksize       tarmode
setmode         help            ?       !</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify">Uma aplicação interessante do smbclient é a produção de  cópias de segurança em um formato-padrão e comum a todas as plataformas.  Todos os arquivos da máquina SMB/CIFS serão guardados no formato tar. Por  exemplo, para criar um arquivo chamado copia.tar contendo todos os arquivos  sob o diretório usuarios/docs do serviço windows01/usuarios, pode-se executar  o seguinte comando:</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="4" border="1" bgcolor="#cccccc" align="center">
<tr>
<td>
<pre>$ smbclient //windows01/usuarios "" -N
-Tc copia.tar usuarios/docs</pre>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Acesso a impressoras</font></p>
<p align="justify">A partir de máquina Linux é possível enviar tarefa para  impressão em máquina Windows, observando-se os seguintes passos:</p>
<p align="justify">Adicionar as entradas adequadas em /etc/printcap, as quais  devem corresponder à estrutura de diretórios local (para o diretório de tarefas  temporárias, etc.). Para tanto pode ser utilizado o programa printtool. Deve-se  ter à disposição o programa smbprint. Ele é disponibilizado com o pacote Samba.</p>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Acesso a Terminal Windows no  Linux</font></p>
<p align="justify">É possível abrir um terminal gráfico no Linux referente a um  servidor Windows e executar qualquer aplicativo no servidor, sendo todas as saídas  enviadas automaticamente para o cliente Linux, como por exemplo para um navegador Internet.</p>
<p align="justify">Isso é possível por meio de um software de livre distribuição  denominado VNC ou Rede Virtual de Computação. Este resume-se a um sistema de reenvio  de telas, permitindo que o ambiente de trabalho seja direcionado para qualquer estação  da rede. Ele permite ainda que uma máquina ou tela seja acessada por diversas máquinas  simultaneamente. Este programa pode ser obtido via Internet em www.uk.research.att.com/vnc/.  Ele pode ser usado também sob o Windows para executar um terminal acessando o Linux,  por exemplo.</p>
<p align="justify">Trata-se de um software de livre distribuição e para sua utilização  devem ser observados os preceitos da Licença Pública GNU.</p>
<p align="justify"><font size="+1" color="#245a9a">Conclusão</font></p>
<p align="justify">Com um pequeno esforço, o Linux pode ser um item importante em redes  locais. Graças à sua maleabilidade, pode desempenhar os mais diversos papéis, segundo  as necessidades do usuário.</p>
<p align="justify">Considerando-se ainda os inúmeros pacotes adicionais, que vão do  StarOffice até Firewall, ele pode se adequar às mais diversas demandas, mantendo as  suas características básicas: robustez, performance e baixo custo.</p>
<p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"> </font></p>
<p align="justify"><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><font size="+1" color="#245a9a">Emulações</font></font></p>
<p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Terminais Windows sob Linux</strong><br />
<a target="_blank" href="http://www.uk.research.att.com/vnc/">http://www.uk.research.att.com/vnc/</a></font></p>
<p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>DOS sob Linux</strong><br />
<a target="_blank" href="http://www.dosemu.org/">http://www.dosemu.org/</a><br />
<a target="_blank" href="ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/4.0/i386/conectiva/RPMS/dosemu-0.99.10-4cl.i386.rpm">ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/4.0/i386/conectiva/RPMS/dosemu-0.99.10-4cl.i386.rpm</a><br />
<a target="_blank" href="ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/4.0/i386/conectiva/RPMS/dosemu-freedos-0.99.10-4cl.i386.rpm">ftp://ftp.conectiva.com.br/pub/conectiva/4.0/i386/conectiva/RPMS/dosemu-freedos-0.99.10-4cl.i386.rpm</a></font></p>
<p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Windows Para Linux</strong></font></p>
<p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif">Wine<br />
<a target="_blank" href="http://www.winehq.com/">http://www.winehq.com/<br />
</a><a target="_blank" href="http://www.cse.psu.edu/%7Ejuran/wine/wine-990731-1.i386.rpm">http://www.cse.psu.edu/~juran/wine/wine-990731-1.i386.rpm</a></font></p>
<p><font size="2" face="Arial, Helvetica, sans-serif">VMWare (produto comercial)<br />
<a target="_blank" href="http://www.vmware.com/products/forlinux.html">http://www.vmware.com/products/forlinux.html</a></font></p>
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