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Milhares de dicas e tutoriais de informatica!

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Archive for the ‘Adm. Linux’ Category

Usando o PcAnywhere numa estacao atraves do firewall iptables

Essa semana aqui no trabalho surgiu a necessidade de um funcionário que vai se ausentar da empresa, acessar o seu computador da empresa remotamente, para facilitar para o usuário usei o Symantec PCAnywhere.

Primeiros passos:

  1. Instalei o PcAnywhere no notebook do funcionário e configurei para o IP da empresa 200.*.*.*
  2. Instalei o PcAnywhere na estacao que ele usa e configurar para iniciar com o windows, configurei também o usuário e senha.

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14 dicas para manter suas senhas seguras

Fiz aqui uma lista de dicas que muitas vezes é óbvia, mas que tendemos a negligenciar.

  • Nunca compartilhe suas senhas;
  • Nunca grave suas senhas em programas como notepad, word ou excell use programas próprios para isso;
  • Nunca anote suas senhas em papel;
  • Cuidado ao digitar sua senha em sites da web, tenha certeza que é realmente o site que pretende navegar;
  • Adote senhas com no mínimo 8 caracteres;
  • Se o sistema permitir use senhas com  ? ! # + * e com letras em maiúsculo e minúsculo;
  • Não use a mesma senha para tudo, para cada sistema uma senha diferente;
  • Evite nomes e datas;
  • Evite marcas conhecidas;
  • Evite senhas que o sistema sugere;
  • Evite palavras do dicionário;
  • Altere todas as senhas padrão;
  • Não recicle senhas;
  • Cuidado para não digitar a senha no campo de login ou em outro campo que não seja o da senha.

É aquela história “todo cuidado é pouco!”

até!

Comandos tar e gzip .tar e .gz no linux

Os zips do linux geralmente tem a terminacao .tar ou .tar.gz pelo menos na sua grande maioria.. abaixa vão alguns comandos para você aprender a manipular esses arquivos no shell.

Exemplos gzip:

gzip arquivo.txt – compacta removendo o arquivo original e criando o arquivo arquivo.txt.gz;
gzip -c arquivo.ext – faz o mesmo que a operação acima, mas mantém o arquivo original;

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Faça exames e simulados aqui no Blog

Bem, inspirado por outros sites que contém simulados e exames decide fazer um nova área no blog destinada a exames e simulados, alguns úteis e outros nem tanto.. como este primeiro que fiz para testar a funcionalidade do plugin e aceitação da idéia no blog.

Para acessar o primeiro exame clique aqui

Na próxima semana provavelmente segunda vou colocar já a disposição um simulado para quem deseja fazer a prova LPI 101, o exame será feito por um profissional da área que já fez a prova e passou se certificando na LPI 101.

Aos poucos e conforme pedidos vou colocando novos exames e simulados!

até

Daniel

Alerta de acesso do root por email ou celular

Bom tem uma maneira muito simples de identificar quando alguem loga como root no servidor.

Entre como root obviamente no terminal e na pasta do root abra um arquivo chamado bashrc, use o seguinte comando:

vi .bashrc

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Política de Segurança

Gerhard Mourani
Linux na rede – http://www.linuxnarede.com.br

É importante assinalar que você não pode implementar a segurança sem ter decidido
que necessidades devem ser protegidas e de quem se proteger. Você precisa de uma política de segurança, uma lista do que você considera permissível e do que você não considera permissível, para formar a base sobre a qual irá tomar quaisquer decisões relativas à segurança. A política deve também determinar as suas respostas às violações de segurança.

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Ativando o wireless de notebooks Centrino no Linux

Os chipsets IPW2100 e IPW2200 são fabricados pela Intel e vendidos na forma de placas mini-PCI destinadas a notebooks. Elas são encontradas em notebooks com a tecnologia Centrino.

Trata-se na verdade de um golpe de marketing da Intel para vender mais placas, chipsets e processadores. Para usar a marca “Centrino”, um notebook precisa usar um processador Pentium M, um chipset Intel e uma placa wireless IPW2100 ou IPW2200. Os fabricantes acabam comprando então os três componentes da Intel, ao invés de usar uma placa wireless ou chipset de outro fabricante. Note que existem muitos notebooks com processadores Pentium M ou Celeron M e placas wireless de outros fabricantes, mas eles não são “Centrino”.
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Speedy ADSL no Linux com modem USB

por Diego Lahos França (diego.geek@terra.com.br)

*** NÃO CONECTE O MODEM NO USB ATE SER AVISADO PARA FAZÊ-LO ***

1. Baixe o driver do modem no aqui… [peça ajuda ao suporte, ou pesquise por eagle-1.0.4.tar.gz caso este endereço já não esteja mais disponível].

2. Baixe o PPPoE atualizado no link oficial, ou instale-o de acordo com as instruções de sua distribuição.

3. Descompacte e instale o driver seguindo as instruções do README… detalhe, ao iniciar, a instalação faz algumas perguntas, em francês… apenas responda o padrão pra todas as perguntas, exceto, é claro, quando perguntar o nome e password da conexão, não sei se é importante responder corretamente agora, pois você vai responder essas perguntas novamente depois…

4. Agora temos que alterar o arquivo de configuração: Logo após o comando ‘make install’ deve ser alterado o a linha Encapsulation=00000006 no arquivo /etc/analog/adiusbadsl.conf para Encapsulation=00000001.

5. Você já pode conectar o modem na porta USB.

6. Digite os comandos:
# adictrl -i
(irá indicar qual a interface será usada, no meu caso foi a eth1)
# adictrl -w
(irá sincronizar o modem, notem que o led do link irá acender depois desse comando)

7. Pode ser que a interface não levante sozinha, nesse caso, digite o comando:
ifconfig eth* 192.168.0.1 netmask 255.255.255.0 up
(substitua * pelo número que você viu no passo 6)

8. Instale o PPPoE… o site explica como fazer a instalação, por isso não vou explicar aqui novamente.

9. Para configurar a conexão, digite o comando:
# dsl-setup

e responda às questões:

>>> Enter your PPPoE user name: seunome@seudominio.com.br (seu nome de usuário Speedy)
>>> Enter the Ethernet interface conected to the ADSL modem (é a interface mostrada no passo 6)
>>> Enter the demand value (dê um Enter)
>>> Enter the DNS information here: 200.204.0.10 (parece que esse DNS é padrão da telefônica)
>>> Enter the secondary DNS server address here: 200.204.0.138 (telefônica)
>>> Please enter your PPPoE password: ******* (hehehe)
>>> Please re-enter your PPPoE password: ******* (hahaha)
>>> Choose a type of firewall (0-2): 1 (1 é o padrão, mas escolha o que lhe for mais apropriado)
>>> Accept these settings and adjust configuration files (y/n)? y

10. Para se conectar, digite o comando:
# adsl-start

11. Se recebeu a msg: Connected! você já está conectado, no meu caso, isso ainda não foi suficiente, pois as rotas
não estavam configuradas para sair pelo ppp0, para isso cheque com o camando ifconfig qual interface foi criada
para o ppp (no meu caso foi ppp0) e digite os seguintes comandos:
route delete default
route add default ppp0

Se tudo deu certo, sua conexão já deve estar funcionando. Parabéns! Agora, se você teve outros problemas, tente novamente, não desista!

Para facilitar, criei um pequeno script de conexão (/usr/sbin/speedy) que ficou assim:

echo “Aguarde, sincronizando modem…”
adictrl -i
adictrl -w
echo “Modem Sincronizado”
echo “Levantando Interface eth1″
ifconfig eth1 192.168.0.1 netmask 255.255.255.0 up
echo “Conectando-se”
adsl-start
echo “Configurando rota…”
route delete default
route add default ppp0
echo “CONECTADO!!!”

Espero que esse pequeno tutorial contribuia com a comunidade Linux de alguma forma.
Diego Lahos França (diego.geek@terra.com.br)
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu ùnico Filho, para que todo aquele que nele crer, não morra, mas tenha a vida Eterna” João 3.16

Obtendos DNS automaticamente

1. Configurando

Algumas pessoas se incomodam com o fato de ter que “descobrir” os servidores de nome do seu provedor de internet. Para tanto, o PPP, software que geralmente gerencia conexões DSL, tem um recurso que seja possível o cliente PPPoE buscar os IPs dos servidores de nome automaticamente.

Deverá existir uma pasta “/etc/ppp” na qual se cituam os arquivos de configuração do PPPoE e será no pppoe.conf que precisaremos mexer.
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Cable modem (Virtua) no Linux

Sou usuário satisfeito do Virtua no Linux já há alguns meses. Embora a área de vendas da empresa tenha deixado muito a desejar, as áreas técnicas e de suporte sempre me atenderam muito bem e resolveram todos os (poucos) problemas que aconteceram.A configuração do Virtua no Linux é extremamente simples, e já a testei nas distribuições Conectiva e SuSE (7.0 e 7.1), sempre com um cable modem Terayon ligado diretamente à placa de rede através de um cabo de rede crossover. Os pré-requisitos deste artigo são os seguintes:

Sua distribuição de Linux deve estar adequadamente instalada

Sua placa de rede deve ter sido reconhecida durante o boot (caso contrário, configure-a de acordo com as instruções de sua distribuição)

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